segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

E AGORA?

É, esse negócio de elevador pegou mesmo. Tricolores subindo, rubro-negros descendo... Alegria de uns e tristeza de outros. Particulamente eu preferiria que o Vitória continuasse na série "A". Assim não tem graça! A última vez que os dois grandes times baianos de enfrentaram em um Brasileiro foi em 2003 (por conta do Bahia passar todo esse tempo fora da A). Agora o Leão desceu. Bem, a idéia agora é seguir em frente. Torcida rubro negra ainda em apoio ao Vitória para voltar. Torcida tricolor, continuando dando força para o Bahia para que não caia. E nos veremos em 2012!

Fora isso, mudando um pouquinho só o assunto, eu acho intrigante o modo como algumas pessoas dão o seu sangue por causa do seu time. Acho que para muitos o seu time é mais precioso até mesmo que a família, algo que acho um exagero. Muitos matam por isso, ou procuram briga mesmo que não tenha nada. Certo dia, aguardando o coletivo para ir para casa, vi chegar um torcedor de um dos citados times com uma madeira em mãos e para piorar estava armado. No local havia diversas pessoas, inclusive dos dois times, com suas camisas, brincando, se divertindo... mas este dito cujo parecia procurar um motivo para briga. Não parava de encarar os que estavam com camisa do time rival. E eu pergunto: para quê isso? Não sei o que deu no fim das quantas. Segui meu caminho para bem longe dali, mas questionando o motivo daquilo tudo. É mais um indício de que o amor no coração humano está se extinguindo. O motivo agora para matar, bater, odiar, é apenas um: NADA. Ninguém quer saber as consequências. Isso é triste e aquele momento que deveria ser apenas de descontração vira um momento fúnebre.

E diz um trecho de uma canção: "Só Deus pode restaurar este amor".

sábado, 4 de dezembro de 2010

MULHER

Mulher... Questionadora por natureza. Como uma criança, os por quês nunca acabam. Pergunta e analisa. Analisa a si própria e aos outros. Nos satisfazemos de umas coisas e reclamamos de outra. Difícil tarefa é entender uma mulher. É um ser cheio de encantos e mistérios. Mistérios bons para serem descobertos...

Conheça o nosso novo blog: NO QUARTO COM AS MULHERES. Um cantinho para um bate papo feminino. Visite, comente, dê sua opinião de qual assunto podemos conversar. Aqui a participação mais importante é a sua.

Te vejo lá!      http://noquartocomasmulheres.blogspot.com/

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

PÁTRIA AMADA, BRASIL!


Meu Brasil, cheio de belezas e riquezas. Pátria amada!
"Isto aqui, ô ô, É um pouquinho de Brasil iá iá. Deste Brasil que canta e é feliz. Feliz, feliz!"*

Certo dia fui visitar uma pessoa muito querida que voltava de sua curta estadia na Itália (tendo em vista que ia ficar por lá), e durante nossa conversa ela citou o fato de um brasileiro que estava morando lá e falava muito mal de seu país. Denegría, colocando o país que foi seu berço no mais profundo poço. Ela, como verdadeira brasileira, amante do seu país, o repreendia por causa de suas palavras.

Bem, não estou querendo aqui dar lição de patriotismo ou cidadania. É bem verdade que nosso país passa por inúmeras situações chatas. A vontade é de sair daqui e ir para longe de tanta violência, tanta corrupção, tanto mal estar, tanta desigualdade, mas... ops... vago a procurar aonde eu possa ir que não tenha nada disso. Você encontrou?

Pense na seguinte situação: sua família. Mesmo não estando bem, mesmo que você tenha se afastado de sua mãe. Algum problema houve que levasse a isso. Você iria denegrir a imagem de sua mãe para outrem? Iria rebaixar o ventre do qual você foi gerado? Deixaria que outros riam e maldigam dela? É disso que estou falando. Não está tudo bonito, não está tudo as mil maravilhas, há problemas neste país que nos afastam, mas é a nossa nação.

"É também um pouco de uma raça. Que não tem medo de fumaça ai, ai. E não se entrega não."*
Esse é o povo que devemos ser para o nosso país. Um povo que não se entrega a injúrias. Se muitos lá fora falam mal de nós, tem uma idéia errônia de muitas coisas, é porque nós condizemos com isso. Precisamos olhar para nossa nação, para nosso país e com orgulho cantar: "Terra adorada. Entre outras mil, és tu, Brasil, ó pátria amada"**.


* "Isto aqui, o que é?" - Caetano Veloso. Composição: Ary Barroso
** Hino Nacional do Brasil

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

VOVÔ NEM É TÃO VELHO ASSIM

Uma tarde o neto conversava com seu avô sobre os acontecimentos e, de repente, perguntou:

- Quantos anos você tem, vovô?
E o avô respondeu:
- Bem, deixa-me pensar um pouco... Nasci antes da televisão, das vacinas contra a pólio, comidas congeladas, foto copiadora, lentes de contato e pílula anticoncepcional. Não existiam radares, cartões de crédito, raio laser nem patins on-line. Não se havia inventado ar-condicionado, lavadora, secadoras (as roupas simplesmente secavam ao vento). O homem nem havia chegado à lua. Nasci antes do computador.

Até completar 25 anos, chamava cada homem de "senhor" e cada mulher de "senhora" ou "senhorita". Ensinaram-nos a diferenciar o bem do mal, a ser responsáveis pelos nossos atos. Acreditávamos que "comida rápida" era o que a gente comia quando estava com pressa. Ter um bom relacionamento, era dar-se bem com os primos e amigos. Tempo compartilhado, significava que a família compartilhava férias juntos.

Não se conhecia telefones sem fio e muito menos celulares. Nunca havíamos ouvido falar de música estereofônica, rádios FM, fitas K-7, CDs, DVDs, máquinas de escrever elétricas, calculadoras (nem as mecânicas quanto mais as portáteis). "Notebook" era um livreto de anotações. Aos relógios se dava corda a cada dia. Não existia nada digital, nem relógios nem indicadores com números luminosos dos marcadores de jogos, nem as máquinas.

Falando em máquinas, não existiam cafeteiras automáticas, microondas nem rádio-relógios-despertadores. Para não falar dos videocassetes, ou das filmadoras de vídeo. As fotos não eram instantâneas e nem coloridas. Havia somente em branco e preto e a revelação demorava mais de três dias. As de cores não existiam e quando apareceram, sua revelação era muito cara e demorada. "Hardware" era uma ferramenta e "software" não existia.

Fomos a última geração que acreditou que uma senhora precisava de um marido para ter um filho.

Agora me diga quantos anos acha que tenho?
- Hiii... vovô.. mais de 200! Falou o neto.
- Não, querido, somente 58!


É... não parece, mas nem faz tanto tempo assim. Ai, ai... os velhos tempos, onde crianças podiam brincar inocentemente nas ruas; onde era possível sentar na varanda para conversar; tempos onde a educação e a cordialidade faziam parte da sociedade... Velhos tempos...

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

VIVER

  
 Não sei... Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,

E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura... Enquanto durar